terça-feira, 30 de janeiro de 2018

30 de janeiro - Dia da Não Violência II

O Dia Escolar da Não Violência comemora-se anualmente a 30 de janeiro.

 Foi escolhido o dia 30 de janeiro por assinalar o falecimento do grande pacifista indiano Mahatma Gandhi (1869 – 1948) que conseguiu que a Índia se tornasse independente sem nunca ter tido uma atitude violenta.
O objetivo do Dia Escolar da Não Violência passa por alertar os alunos, os professores, os pais, os políticos e os governantes para a necessidade de uma educação para a paz, que promova valores como o respeito, a igualdade, a tolerância, a solidariedade, a cooperação e a não-violência.
Fomentar a comunicação entre todos, impedir situações de bullying e incrementar a amizade são preocupações deste dia.
Bullying é a prática de atos violentos, intencionais e repetidos que podem causar danos, tanto físicos como psicológicos à vítima.
Esta prática é frequente em ambientes escolares, influenciando a aprendizagem dos alunos.
Há que perguntar como é que isto se passa e porque é que acontece? Acontece por causa da forma de ser, acontece por causa da roupa que se usa, por causa das avaliações e, pior, acontece quando se usa o que se conhece sobre a família do aluno que é vítima, para o magoar, para o diminuir perante os outros.
Em 2015, o número de estudantes envolvidos em casos de bullying em Portugal rondava os 240 mil.
Os autores destas práticas, usando o seu poderio físico, ameaçam os outros em redor para que não haja denúncias, quando as vítimas mais precisam de ajuda. Julgam-se fortes com as suas ações. Gandhi afirmava que pior que aqueles que praticavam o mal era o silêncio dos bons que não denunciavam os autores do mal.
Que adultos serão estes jovens?
É compreensível o medo que eles provocam, por isso é necessário ser-se inteligente e não deixar de denunciar a violência que se vê. Se nada se fizer nada melhorará.
Quando se procuram ações para combater a violência e o bullying, os seus praticantes podem ignorá-las, podem rir-se delas mas no fim serão os praticantes da paz que ganharão. Coragem é uma característica dos mais fortes mesmo que sejam mais fracos fisicamente, porque não respondem à violência com violência!

Dia 30 de janeiro celebraremos o Dia da Não Violência Escolar: traz uma fita, um laço ou um lenço branco no braço esquerdo!

Pensamentos de Mahatma Gandhi

“Tu nunca sabes que resultados virão da tua ação. Mas se nada fizeres não existirão resultados”.

“O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.”

“Olho por olho e o mundo acabará cego”.

“O que mais me impressiona nos fracos é que eles precisam de humilhar os outros para se sentirem fortes”.

“A vitória alcançada pela violência é o equivalente a uma derrota, pois é passageira”.

“A força de um homem e de um povo está na não violência. Experimenta!”

“Primeiro ignoram-te, a seguir riem-se de ti, depois lutam contra ti e no final tu ganhas”.

“O pior das coisas más nas pessoas é o silêncio dos bons”.




30 de janeiro - Dia Escolar da Não Violência.


Notícia do Jornal I

Faz hoje 70 anos que o líder do movimento independentista indiano foi assassinado em Nova Deli. Haveria outro assassino e mais uma bala? 
(30 de Janeiro de 1948)
O Supremo Tribunal da Índia decidiu no dia 11 que não existe qualquer razão para reinvestigar o assassinato de Mahatma Gandhi nem para nomear uma comissão de inquérito, pois não há nenhuma prova que sugira que tenha havido outro assassino além de Nathuram Godse, o extremista hindu que a 30 de janeiro de 1948 lhe desferiu três tiros e o matou em Nova Deli. Para o tribunal, Godse foi o assassino material e Narayan Apte o seu cúmplice. Ambos foram condenados à morte pelo crime e enforcados a 15 de novembro de 1949.
Para a organização hindu de extrema--direita Abhinav Bharat, a investigação à morte de Gandhi foi “o maior encobrimento da História” e houve um outro assassino que teria disparado um quarto tiro, tiro este que acabou por ser o fatal - um homem “misterioso” de que não se falou na investigação e que não teria passado à História. A teoria assenta na confissão de Pankaj Phadnis, um devoto seguidor de Veer Savarkar, crítico do Congresso Nacional Indiano e da partição da Índia, cunhador do termo hindutva (orgulho hindu) e que chegou a ser julgado na altura como inspirador do crime, mas foi absolvido.
Para Amrendra Sharan, o advogado nomeado pelo Supremo para analisar os documentos apresentados para o caso voltar a ser aberto, não há qualquer indício, nas 4 mil páginas arquivadas do processo e da comissão de inquérito que em 1969 reanalisou o caso, que justifique novo julgamento.
Nem a autópsia revela nem as seis testemunhas falam de um quarto tiro ou de um outro atirador que não Godse. O envolvimento de uma qualquer agência de informação estrangeira (nomeadamente britânica) na manipulação de provas e influenciando o tribunal não está assente em nenhum facto concreto. A existência de um grupo dos serviços secretos chamado Força 136 não aparece em qualquer documento da altura ou posterior.
“As balas que penetraram no corpo de Mahatma Gandhi, a pistola a partir da qual foram disparadas, o atacante que disparou as balas, a conspiração que levou ao assassinato e a ideologia que levou ao assassinato foram todos perfeitamente identificados. Não há nenhum material substantivo descoberto que possa levantar alguma dúvida sobre algo enumerado antes e que requeira uma reinvestigação no processo do homicídio de Mahatma Gandhi ou para constituir uma nova comissão de averiguação com respeito ao mesmo”, escreveu o advogado no relatório que ajudou o Supremo Tribunal na sua decisão.

Mesmo assim, 70 anos depois do assassínio, há quem prefira acreditar que Godse não era mais do que um peão nas mãos dos britânicos, a potência colonizadora que fora forçada a abdicar da joia da coroa do seu império por força da luta pacífica de Gandhi. Tal era a dimensão atingida pelo homem em vida que no sítio onde o seu corpo sucumbiu aos ferimentos se abriu uma cratera, pela ânsia das pessoas de levarem para casa um pouco da terra por onde se infiltrara o sangue do mártir da Índia.





quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O paraíso não existiu nos termos em que o Génesis o descreve mas o que existiu, e ainda existe, é a possibilidade real de as pessoas realizarem a perfeita harmonia e paz, quando se guiam pela justiça, honestidade e solidariedade, respeitando todos os homens e mulheres como sendo irmãos. ( Manual de EMRC)


" O mundo pode ser melhor evitando a guerra  e a morte de várias pessoas inocentes, sem culpa da guerra que decorre no seu país; não desperdiçando comida porque há quem precise; evitando o excessivo consumo de água; sempre que possível ajudar quem mais precisa, nomeadamente os mais necessitados e animais abandonados; evitando brigas, discussões com outros, porque não no vai servir de nada; ser amigos; não contribuir para a poluição do nosso planeta, Terra!

Francisca Batista.- 7ºD



O paraíso do Génesis não existe  mas nós podemos torná-lo real, se nos dermos bem, formos honestos, solidários e justos; se formos melhores hoje do que fomos ontem; não nos deixando influenciar pelo ódio, inveja e injustiça.

Marta Pedro - 7ºD


O mundo será sempre melhor quando nos respeitamos e nos tratamos de forma igual; quando não somos racistas nem julgamos os outros pelos seus gostos, religião ou forma de pensar; quando somos honestos e ajudamos os que mais precisam.

Rita Almeida - 7ºD


O paraíso existe quando se acabar com as guerras e com os desentendimentos; com a pobreza e os esquecidos sejam integrados; " filtrando" o mal que há em nós e fazendo sempre o bem a toda a gente como Jesus o fez!

Rúben Pacheco - 7ºD